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1,6 millhões de portugueses receberam vacinas nas farmácias

Portugal foi escolhido pela Federação Internacional Farmacêutica (FIP) como exemplo de boas práticas de intervenção das farmácias, em particular no alargamento das iniciativas de vacinação.

A FIP divulgou no dia 27 de agosto o seu Global Report dedicado ao papel da intervenção farmacêutica na administração de medicamentos, com enfoque nas atividades de vacinação, onde se pode ler que “em Portugal, os farmacêuticos estão envolvidos ativamente em iniciativas de promoção da imunização, por exemplo, através da identificação e do aconselhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade (…) e do seu reencaminhamento para os seus médicos”.

Estima-se que, desde 2007, mais de 1,3 milhões de portugueses foram vacinados nas farmácias, a que se somam mais de 300 mil administrações de medicamentos injetáveis.

Presente na apresentação mundial do relatório, o presidente da ANF, Paulo Cleto Duarte, descreveu a referência ao exemplo português como “o reconhecimento internacional que confirma o que diariamente os portugueses conhecem e nos transmitem: confiança, satisfação e segurança na administração de vacinas e medicamentos injetáveis por farmacêuticos certificados nas nossas farmácias”.

De acordo com um estudo de satisfação realizado pelo Centro de Estudos e Avaliação em Saúde (CEFAR), a satisfação dos utentes com a administração de vacinas na farmácia ultrapassa os 95%, sendo que a proximidade, a confiança, a conveniência e a rapidez são destacados como fatores de escolha.

A escolha de Portugal como caso de estudo confirma o sucesso e referência da intervenção farmacêutica no nosso país, já amplamente reconhecida pelos cidadãos nacionais.

By | 2017-02-08T22:36:31+01:00 Outubro 17th, 2016|Categories: NOTÍCIAS|0 Comments

About the Author:

Licenciado em Psicologia pelo ISPA, mestrado pela Universidade de Sheffield e doutorado pela Universidade de Lancaster. Desde 1996, foi professor no Instituto Superior de Psicologia Aplicada e no ISEG (Escola de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa). Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, concluiu o doutoramento na Management School da Universidade de Lancaster em Novembro de 2000. Foi consultor do Governo Regional da Madeira (Direção Regional de Saúde) e levou a cabo diversos trabalhos de consultoria e projetos de investigação para o ISEG, INETI, Câmara Municipal de Évora, várias empresas do grupo EDP, Ministério da Saúde Portugal, Eureko BV, Observatório Europeu da Droga, e PWC, em Espanha onde reside. Como facilitador profissional certificado e membro da IAF (International Association of Facilitators), iniciou as Cimeiras Ibéricas de Líderes de Saúde em Espanha e o Fórum do Hospital do Futuro em Portugal. É especializado em GDSS (sistemas de apoio à decisão em grupo) e projeta intervenções para otimizar a mudança e a inovação em saúde e educação. Desde 2020, é cofundador da Digital Collaboration Academy, uma empresa com sede em Londres, dedicada a facilitar o caminho para a adoção de ferramentas para a colaboração digital. Autor e editor de "Arquitetar a Colaboração", o título de uma série de livros dedicados à facilitação de grupos, seus princípios, métodos e técnicas.

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